Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje iremos relembrar o momento marcante: Apagão!
Brasil 3 x 4 Nigéria
A classificação parecia garantida, e o clima era de festa e expectativa para um aguardado duelo entre Brasil e Argentina na final masculina do futebol na Olimpíada de 1996, em Atlanta. Com uma geração de jogadores que haviam defendido diversas vezes a amarelinha, como Dida, Aldair, Roberto Carlos, Rivaldo, Bebeto e Ronaldo (à época chamado de Ronaldinho), o time de Zagallo vencia a Nigéria por 3 a 1, aos 33 minutos do segundo tempo. Até que, em apenas 12 minutos, a seleção africana conseguiu, de maneira inacreditável, empatar o jogo, levando-o para a prorrogação. A vaga, que parecia garantida, agora seria decidida no temido gol de ouro. E foi o atacante Kanu, o mesmo que empatara o confronto aos 45 minutos da etapa final, o responsável por frustrar, mais uma vez, o sonho do inédito ouro olímpico do Brasil no futebol (Até então). Aquele 31 de julho ficaria marcado como um dos maiores vexames da História do futebol brasileiro numa Olimpíada.
A classificação parecia garantida, e o clima era de festa e expectativa para um aguardado duelo entre Brasil e Argentina na final masculina do futebol na Olimpíada de 1996, em Atlanta. Com uma geração de jogadores que haviam defendido diversas vezes a amarelinha, como Dida, Aldair, Roberto Carlos, Rivaldo, Bebeto e Ronaldo (à época chamado de Ronaldinho), o time de Zagallo vencia a Nigéria por 3 a 1, aos 33 minutos do segundo tempo. Até que, em apenas 12 minutos, a seleção africana conseguiu, de maneira inacreditável, empatar o jogo, levando-o para a prorrogação. A vaga, que parecia garantida, agora seria decidida no temido gol de ouro. E foi o atacante Kanu, o mesmo que empatara o confronto aos 45 minutos da etapa final, o responsável por frustrar, mais uma vez, o sonho do inédito ouro olímpico do Brasil no futebol (Até então). Aquele 31 de julho ficaria marcado como um dos maiores vexames da História do futebol brasileiro numa Olimpíada.





