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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Os 10 melhores defensores da história do futebol


Fala Boleiros, beleza?
Bom, hoje vamos eleger o melhor defensou da história.

10° Franco Baresi


Baresi era um mero coadjuvante, mas estava lá: foi campeão do mundo em 1982, sem sequer entrar em campo pela Azzurra. Deixado de lado por Enzo Bearzot em 1986, que o via como um meio-campista, o craque teve sua grande chance em 1990. Era o líder de uma defesa praticamente intransponível, mas caiu em casa diante da atuação impossível de Maradona em Nápoles, eliminando a Itália nas semifinais. Por fim, Baresi lutava contra as lesões na Copa de 1994. Depois de duas partidas na primeira fase, voltou apenas para a final. Fez uma partida estupenda contra o Brasil, um dos principais responsáveis pelo 0 a 0 no placar. Pena que a tarde gigantesca do líbero foi manchada pelo pênalti perdido no início da disputa.


9° Djalma Santos

Djalma Santos é um dos únicos jogadores a ter sido eleito para a seleção de três Copas do Mundo, ao lado de Beckenbauer. Diz muito sobre a representatividade de um dos melhores laterais da história, por sua solidez e regularidade. O primeiro grande momento veio ainda em um fiasco do Brasil, jogando muito bem em 1954, apesar da eliminação brasileira para a Hungria. Quatro anos depois, ganhou uma oportunidade apenas na final. Mas sua atuação contra a Suécia foi tão convincente que acabou entrando no 11 ideal.

Tarimbado, Djalma Santos foi intocável na campanha do bicampeonato em 1962. A regularidade do defensor contou muito para a vitória do Brasil, especialmente ao enfrentar ataques potentes como o da Espanha e da Inglaterra. Sua despedida veio em 1966, quando o veterano atuou em dois dos três jogos do Brasil na eliminação precoce na fase de grupos. Foi a última participação, antes de ser substituído à altura por Carlos Alberto, outro monstro sagrado da posição.



Cafu

Cafu nunca foi eleito pela Fifa como o melhor lateral direito de uma Copa do Mundo. Méritos de Lilian Thuram em 1998 e erro da entidade em 2002. O lateral direito brasileiro se tornou sinônimo dos Mundiais ao se tornar o único a disputar três finais da competição. Assumiu a responsabilidade em 1994, era uma peça importante em 1998 e se tornou líder em 2002. Suas subidas ao lado de Roberto Carlos pelos lados do campo eram fundamentais para a Seleção no torneio da Coreia do Sul e do Japão. Por fim, levantar a taça foi apenas a merecida coroação. Em 2006, a idade pesou e não foi tão marcante, mas sua história já estava escrita.



Ruud Krol


Johan Cruyff era o motor do Carrossel Holandês. A organização defensiva, no entanto, dependia muito de Ruud Krol. Era pelo camisa 12 que começava a construção do jogo da Oranje, assim como a mudança no posicionamento que tanto atordoava os ataques adversários. Versátil, podia atuar em qualquer posição da linha de zaga, embora permanecesse majoritariamente na lateral esquerda em 1974. Foi o único intruso em uma defesa quase inteiramente alemã na seleção ideal daquele Mundial. Já em 1978, seguiu como um dos pilares holandeses na campanha na Argentina, assumindo a braçadeira e se fixando como líbero. Outra vez acabou entre os melhores da Copa.



Bobby Moore

Bobby Moore é um símbolo de liderança no futebol inglês. Uma imagem construída pelo zagueiro essencialmente nas Copas do Mundo. Começou sua trajetória em 1962, caindo nas quartas de final contra o Brasil. Já em 1966, foi um dos protagonistas da fortíssima defesa que ajudou demais os Three Lions na conquista. Como prêmio, teve a honra de levantar a Jules Rimet no Wembley lotado. E nem mesmo os problemas extracampo em 1970, quando foi acusado do rouba de uma joia dias antes do Mundial, atrapalharam suas grandes atuações – segundo colocado na Bola de Ouro.


 Fabio Cannavaro

A carreira de Cannavaro em Mundiais possui suas frustrações. Mesmo parceiro de monstros como Maldini e Nesta, frustrou-se com as eliminações para a França em 1998 e para a Coreia do Sul em 2002 – partida na qual sequer esteve em campo. Já em 2010, em fim de carreira, pouco fez para evitar a vexatória eliminação na primeira fase. Entretanto, o que Cannavaro foi capaz de jogar em 2006, poucos defensores conseguiram igualar. Era o coração da Azzurra que, mesmo perdendo Nesta, se manteve praticamente intransponível graças à liderança do capitão e de Buffon. Zidane ganhou o prêmio de melhor daquela Copa, por motivos óbvios. Mas a vitória do italiano na Bola de Ouro também foi muito compreensível, pela maneira como simbolizou a grande campanha italiana no Mundial de 2006.



Paul Breitner

Breitner era um lateral esquerdo arrojado em 1974. Um jovem que assumiu a responsabilidade como poucos e foi uma das estrelas da Alemanha ao desbancar a Holanda. Seu gol na decisão é o mais célebre, mas o ofensivo defensor também foi capaz de abrir o caminho no duro jogo contra a Iugoslávia na segunda fase. A volta de Breitner aos Mundiais aconteceu apenas em 1982. Naquela campanha, já envelhecido, não foi tão brilhante ao atuar no meio-campo, ainda que tenha marcado o gol de consolação do Nationalelf na decisão contra a Itália. Por tudo o que jogou em 1974, entretanto, cravou seu nome na história.



– Nilton Santos

Nilton Santos era apenas uma jovem promessa na Copa de 1950. Entretanto, que muitos acreditavam ter bola para ser titular. Passou a competição toda apenas no banco, um lamento para aqueles que acreditavam que o lateral poderia brecar Ghiggia na fatídica final. Em 1954, o primeiro Mundial como titular. Acabou marcado por ter sido um dos expulsos na Batalha de Berna contra a Hungria. A redenção veio em 1958 e 1962. Para ser lembrado para sempre.

A adoção do 4-2-4 apenas beneficiou Nilton Santos. Era o lateral esquerdo já moderno, com suas famosas subidas ao ataque sendo uma das válvulas de escape para o Brasil, se combinando por aquele lado com o operário Zagallo. Indiscutivelmente foi o melhor lateral daquele Mundial, com o primeiro título do Brasil. Em 1962, sua última Copa não foi tão brilhante, veteraníssimo. Sua experiência, entretanto, valeu muito, principalmente no fatídico lance contra a Espanha, quando evitou um pênalti com um passo para fora da área.



2º Roberto Carlos

O gol de Thierry Henry não foi a melhor maneira de Roberto Carlos encerrar sua participação em Copas. Afinal, foi o pior momento em uma trajetória brilhante, especialmente por seus dois primeiros Mundiais. Em 1998, era um dos pilares da seleção brasileira rumo à decisão. Já em 2002, fazia parte do grupo de gênios que levaram o Brasil ao pentacampeonato. Sua cobrança de falta contra a China é o momento mais emblemático da campanha que levou o camisa 6, pela segunda vez, a ser apontado como o melhor lateral direito de uma Copa. Naquele ano, também ficou em segundo na Bola de Ouro, atrás apenas de Ronaldo.



Franz Beckenbauer

Até parece injustiça pensar que Beckenbauer nunca conquistou o prêmio de melhor jogador da Copa do Mundo. Porque, por qualquer uma de suas três participações, o Kaiser já merecia ao menos um espaço nesta lista. Como foi capaz de impressionar em três, é um verdadeiro mito dos Mundiais. A história começou a ser escrita em 1966, quando era um dos meio-campistas do Nationalelf. Por isso mesmo, teve o seu desempenho mais ofensivo. Foi o vice-artilheiro alemão com quatro gols, incluindo um decisivo na semifinal contra a União Soviética, mas caiu para a Inglaterra na decisão.

Em 1970, já era o líbero do time. E teve uma das atuações mais lendárias da história, contra a Itália nas semifinais. Mesmo com o ombro imobilizado, seguiu em campo comandando a Alemanha, que não resistiu à Itália. Pela segunda vez, foi eleito para a seleção da Copa. A glorificação, por fim, veio em 1974. O capitão da Alemanha ajudou a carregar o time até a final, quando anulou o Carrossel Holandês. Eternizou-se ao levantar a taça, para ser ainda mais lembrado pela enorme campanha. Como técnico, ainda seria vice em 1986 e campeão em 1990.



Bom definitivamente o defensor Franz Beckenbauer é o e melhor do mundo.


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