Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje vamos falar relembrar os piores anos do Fluminense
1996 e 1997
Tudo isso começou em 1996, quando o Fluminense realizou uma campanha medíocre no Campeonato Brasileiro, o clube foi rebaixado para a Série B. Mas denúncias de pagamento de propina para árbitros e de manipulação de resultados — envolvendo, entre outros, o então diretor da Comissão de Arbitragem, Ivens Mendes — fizeram o Fluminense permanecer na elite do futebol nacional. O presidente do clube, Álvaro Barcelos, comemorou a virada de mesa abrindo um champanhe nas Laranjeiras.
O susto não serviu de lição. Com apenas 22 pontos conquistados em 25 jogos, o tricolor ficou em penúltimo lugar no Brasileiro de 1997 e, desta vez, foi parar na Segunda Divisão.
1999 o pior ano para o tricolor
Na Série C, em 1999, a situação mudou. Dirigido por Carlos Alberto Parreira, que trouxe para o clube grande parte da equipe técnica campeã do mundo com a seleção, em 1994, o Fluminense fez bonito. Venceu a competição e, com isso, ganhou o direito de disputar a Série B, em 2000, juntamente com o São Raimundo, do Amazonas.
E, novamente, uma jogada de tapetão, o chamado caso Sandro Hiroshi, botaria o tricolor na Série A. Hiroshi disputou o Brasileirão de 1999 pelo São Paulo, com documentação irregular. O time perdeu os pontos pelas partidas em que ele foi escalado e, com isso, surgiu uma polêmica (envolvendo também Botafogo e Gama) sobre quem seria rebaixado. No meio dessa confusão, a CBF entregou os pontos ao Clube dos Treze que organizou a Copa João Havelange e chamou Fluminense, Juventude, América Mineiro e Bahia de volta à elite.
Bom essa foi a postagem de hoje, espero terem curtido!






