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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Resumo da 17° rodada do Brasileirão #11: Arbitragem incompetente!


Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje iremos resumir a decima-sétima rodada do Brasileirão.

Que jogo meus amigos! Um dos melhores jogos do Brasileirão 2017. O confronto terminou em 4 para o São Paulo e 3 para o Botafogo, de virada do tricolor paulista. O São Paulo marcou com Cueva, Hernanes, e dois do Marcos Guilherme, e o Botafogo marcou com Guilherme e dois de Marcos Vinícius.



O Palmeiras assegurou sua vitória sobre o Avaí, e manteve-se invicto. A quatro partidas do verdão não perde. Dudu e Deyverson marcaram os únicos gols da partida.



Muito melhor durante os 90 minutos, o Atlético-GO aprontou para cima da Chapecoense e venceu sua primeira partida fora de casa. O placar terminou 2 a 1 para o Dragão, os gols foram anotados, por Luiz Otávio, Diego Rosa e Gilvan.



Após mais uma vergonheira da arbitragem que anulou um gol totalmente válido do Corinthians, com , que tinha 3.3 metros de condição de jogo. Fora o erro grave do bandeira, o empate foi justo para ambas as equipes, o Corinthians se viu melhor na primeira etapa, e o Flamengo na segunda. Os gols foram anotados por Jô e Réver.



O Atlético-MG levou a melhor, com qualidade e superioridade, e venceu o Coritiba por 2 a 0, no Couto PereiraDesde os primeiros minutos, as decisões do trio tiveram influência direta na partida, com gol legal do Galo anulado e jogadores do Coritiba questionando a marcação de pênaltis. A equipe atleticana, contudo, superou a defesa coxa-branca e afundou a dona da casa. Os gols foram marcados por Fábio Santos, e Rafael Moura.



O Leão, mesmo com muitos desfalques, como o meia Diego Souza, o volante Rithely, e o atacante André, se viu melhor e bateu o Bahia por 3 a 1, com gols de Everton Felipe e Ronaldo Alves. O Bahia chegou a descontar com Rodrigão.



E o prêmio de jogo bosta da rodada vai para...Cruzeiro x Vitória que não saíram do 0 a 0, no Mineirão, nesse domingo.


Mais um jogo com vários erros de arbitragem, com pênaltis não marcados, faltas bobas, entre muitos outros... Grêmio e Santos, ficaram no 1 a 1 na noite desse domingo, em Porto Alegre. Os gols foram anotados por David Braz e Fernandinho.



Bom, o confronto entre Ponte-Preta e Fluminense, foi adiando devido ao falecimento do filho mais novo do técnico Abel Braga, do Fluminense

#Luto
#ForçaAbelBraga


Bom, essa foi a postagem de hoje, espero que tenha gostado, e se gostou compartilhe! Até a próxima.


domingo, 30 de julho de 2017

Os times de futebol que já passaram por desastres


Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje vamos falar sobre os times de futebol que já passaram por desastres.

Torino (Itália)

4 de maio de 1949, é uma data em que todos os amantes de futebol vão lembrar e lamentar, principalmente os torcedores do Torino que viu seu time morrer após um acidente aéreo que matou 30 ocupantes da aeronave. O avião bateu na fachada da Basílica de Superga após um nevoeiro, perto de Turim. O mais trágico desse acidente foi que o Torino liderava o Campeonato Italiano, buscando o quinto título nacional seguido.


Manchester United (Inglaterra)

Um avião bimotor sofreu uma pane, e dentro desse avião se encontrava jogadores e dirigentes do Manchester United, além de jornalistas, depois de uma partida contra o Estrela Vermelha, pelo torneio Continental. O acidente ocorreu em um trecho entre Munique, na Alemanha, e a Inglaterra, um motor pegou fogo, fazendo o avião cair. Foram encontrados 28 pessoas mortas, sendo oito jogadores.


The Strongest (Bolívia)

Após jogar um amistoso em comemoração a um feriado local, o time The Strongest voava de Santa Cruz de la Sierra para La Paz, na data de 26 de setembro de 1969, e nessa data ocorreu o desastre, a aeronave que transportava o elenco desapareceu dos radares por 1 dia até ser confirmada a queda em Viloco. Foram encontrados 78 mortos, sendo 16 jogadores.


Seleção de Zâmbia

Em um voo rumo ao Senegal para disputar uma partida pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 1994, o avião que transportava a seleção da Zâmbia de futebol caiu no Oceano Atlântico. No acidente, 30 pessoas morreram, sendo 18 jogadores da promissora equipe africana que sonhava em viajar para o torneio nos Estados Unidos.


Chapecoense (Brasil)

O avião que transportava a delegação da Chapecoense e jornalistas para Medellín, na Colômbia, caiu na madrugada do dia 29 de novembro de 2016, e matou 71 pessoas, segundo autoridades colombianas. O time disputaria uma das partidas da final da Copa Sul-Americana em Medellín.


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sábado, 29 de julho de 2017

História do Corinthians


Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje vamos contar a História do grande Corinthians.

A fundação

O Sport Club Corinthians Paulista, foi fundado no dia 1 de setembro de 1910, por um grupo de operários do bairro Bom Retiro, Seu nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil, sendo chamado pela imprensa brasileira da época de Corinthian's team.


Escudo

Até 1919 era bem simples, porém a partir desse ano começa a ganhar o formato atual, com a bandeira do Estado de São Paulo ao centro. Em 1937, o presidente Getúlio Vargas baixou o Estado Novo e fez uma cerimônia pública com a queima das bandeiras de todos os Estados da federação, pois queria um governo forte e centralizado. A bandeira paulista só sobreviveu dentro do escudo do Corinthians. Após a queda do regime, o uso de símbolos regionais foi liberado. Em 1939, o escudo ganhou uma boia rodeando o círculo, além de um par de remos e a âncora, em alusão ao sucesso do clube nos esportes náuticos. O desenho foi criado pelo pintor modernista Francisco Rebolo, que foi jogador do segundo quadro do Corinthians na década de 1920. Depois disso, o símbolo corintiano passou por pequenas alterações ao longo do tempo, como na bandeira e na moldura.



Hino

Em 1953, quando o radialista e compositor Lauro D’Avila criou o sucesso "Campeão dos Campeões" é que o clube passou a ter uma canção oficial. Tudo graças à torcida que após a final do Paulistão de 1954 aprovou o hino e passou a cantá-lo com freqüência. A música foi gravada pela primeira vez nos estúdios da rádio Bandeirantes pelo cantor Osny Silva, da gravadora Continental. "O Campeão dos Campeões"

Hino oficial do Corinthians

Salve o Corinthians, 
O campeão dos campeões, 
Eternamente 
Dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians, 
De tradição e glórias mil, 
Tu és orgulho 
Dos esportistas do Brasil
Teu passado é uma bandeira, 
Teu presente é uma lição 
Figuras entre os primeiros 
Do nosso esporte bretão
Corinthians grande, 
Sempre altaneiro 
És do Brasil 
O clube mais brasileiro
                                                                      (Letra: Lauro D’Avila)

Mascote

O mascote oficial do Corinthians é, não por acaso, um mosqueteiro, ícone da valentia, audácia e espírito de luta.

O Americano, o Germania e o Internacional, conhecidos então como os três mosqueteiros do futebol bandeirante. Nesse cenário, o Corinthians entrou como D'Artagnan, passando a ser o quarto (e mais adorado) mosqueteiro, como no romance criado pelo francês Alexandre Dumas. Para ser aceito no universo esportivo dos mosqueteiros, o Corinthians teve de mostrar sua fibra. Como havia outros pretendentes à vaga, o Corinthians disputou um torneio seletivo contra o Minas Gerais e o São Paulo, outros dois grandes da várzea paulistana.



Uniforme da Equipe
´

Títulos

Títulos Internacionais

2 Mundiais (2000 e 2012)
1 Libertadores (2012)
1 Recopa Sul-Americana (2013)

Títulos Nacionais

6 Campeonatos Brasileiros (1990, 1998, 1999, 2005, 2011 e 2015) 
3 Copas do Brasil (1995, 2002 e 2009
1 Supercampeonato Brasileiro (1991)
1 Campeonato Brasileiro Série B (2008)

Títulos Estaduais

28 Campeonato Paulista (1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003, 2009, 2013 e 2017)


Maiores Artilheiros

 Cláudio, marcando 305 Gols.
 Baltazar, marcando 266 Gols.


Ídolos

Meias

Neto
Rivellino
Marcelinho Carioca

Atacantes

Tevez
Sócrates


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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Dicas para a 17° rodada do Brasileirão no Cartola #10


Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje vamos dar dicas para a 16° do Brasileirão no Cartola #9.
Meus amigos, essa rodada promete!

Goleiro

Diego Alves – Flamengo (C$ 12.00): Todos estão ansiosos pela estreia de Diego Alves, também o goleiro é um grande especialista em pegar pênaltis, ele defendeu 22 das 49 cobranças contra ele. Contra o Corinthians o potencial de pontuação do goleiro é grande.

Fique de olho: Jean - Bahia (C$ 11.68)
Fuja de: Felipe Garcia - Atlético-GO (C$ 6.52)



Lateral

Reinaldo - Chapecoense (C$ 12.96): O lateral, tem tudo para se destacar essa rodada, ele veem de uma grande partida após sua suspensão, marcou até gol contra o Vitória.

Fique de olho: Mayke - Palmeiras (C$ 7.53)
Fuja de: Marlon - Fluminense (C$ 5.00)


Zagueiro

Geromel - Grêmio (C$ 13.92): GeroDEUS é sempre uma boa opção em praticamente todas as rodadas. O zagueiro Gremista tem a melhor média em relação aos Zagueiros: 7 Pontos. Além disso o zagueiro comente muita pouca falta, foram apenas 7 cometidas em 12 jogos.

Fique de olho: Réver - Flamengo (C$ 10.21)
Fuja de: Jomar - Vasco (C$ 1.70)


Meia

Ramiro – Grêmio (C$ 16.17): O meio-campista Gremista será muito participativo no confronto contra o Santos, por sua discreta espécie de "faz-tudo". Na defesa rouba muitas bolas, já no ataque é muito fluente, marcou quatro gols e deu três assistências.

Fique de olho: Jucilei - São Paulo (C$ 14.00)
Fuja de: Rodriguinho - Corinthians (C$ 12.81)


Atacante

Lucca - Ponte-Preta (C$ 24.02): Nas últimas rodadas, o atacante da Macaca vem se destacando muito. No fim de semana foram 16.60 pontos e com os dois gols marcados assumiu a artilharia do Brasileirão. Ele é o protagonista em quase todas as jogadas de ataque do time e finaliza muito. Além disso, Lucca já sofreu 53 faltas e é o atleta mais caçado da Série A. Números que reforçam a aposta no jogador para o duelo diante do Flu, em Campinas.

Fique de olho: Arthur - Chapecoense (C$ 12.11)
Fuja de: Neilton - Vitória (C$ 7.06)


Técnico

Vinícius Eutrópio - Chapecoense (C$ 8.03)Está entre os treinadores mais baratos do Cartola, mas deve dar ótimo retorno no fim de semana. O duelo em casa com o lanterna Atlético-GO é muito favorável para a Chape e, se não tivermos uma zebra, vai render boa pontuação para Eutrópio. 

Fique de olho: Renato Gaúcho - Grêmio (C$ 15.66)
Fuja de: Claudinei Oliveira - Avaí (C$ 7.78)


Bom, essa foi a postagem de hoje, espero que tenha gostado, e se gostou compartilhe! Até a próxima.


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Momento marcante: A batalha dos aflitos


Fala Boleiros, beleza?
Bom hoje iremos estear a nova coluna semana, Momentos marcantes! Aonde iremos falar sobre algum momento marcante para um clube, um jogador, ou algo relacionado ao futebol! E nada melhor que falar sobre a inesquecível Batalha dos aflitos.

11 anos, no dia 26 de novembro de 2005, o Grêmio protagoniza um feito histórico e retornava para o seu lugar: a primeira divisão do futebol brasileiro. Na partida que ficou conhecida como a "Batalha dos Aflitos', o tricolor, na última rodada do Brasileirão Série B daquele ano, venceu o Naútico pelo placar de 1×0, após ter quatro jogadores expulsos.


A rodada derradeira do quadrangular final da Série B de 2005 chegou sem nenhum clube ter garantido seu acesso e com todos eles tendo chances de classificação. No Arruda, o Santa Cruz, que era o segundo colocado com 7 pontos, recebia a Portuguesa, que estava na 4ª e última posição com 5, mas ainda tinha chance de ser um dos dois a garantirem vaga na Série A de 2006.

No outro confronto, no Estádio dos Aflitos, o Náutico, 3º com 6 pontos, recebia o até então líder Grêmio, com 9. Com a situação do momento, o Tricolor Gaúcho necessitava apenas não sofrer gols para subir, mas a rodada passou longe de ser apenas mais uma para o Imortal.

Já antes mesmo de qualquer pessoa imaginar o desfecho do que se tornaria  a "Batalha dos Aflitos", o clima no estádio era completamente desfavorável para os gaúchos, que eram hostilizados pela torcida. No vestiário, local que os jogadores deveriam ter o mínimo de tranquilidade para se preparar, o clima era totalmente reverso. Onde era para se ter ar puro, sentia-se o forte cheiro de paredes recém pintadas; no lugar da serenidade, uma forte sirene antes da equipe entrar em campo; no lugar do aquecimento no gramado, os jogadores e dirigentes tricolores encontraram portões cadeados que impossibilitavam a passagem. Os zagueiros Domingos e Pereira forçavam contra a grade, mas não eram capazes de ajudar o time a acessar o campo.

Após os transtornos antes do árbitro apitar, o jogo começou com nervosismo dos dois lados, muitas reclamações e entradas duras de ambos os lados. Na bola, o Náutico era quem estava melhor, mas mesmo assim não conseguia transpor a defesa gaúcha. Na beira do gramado, o técnico Mano Menezes gesticulava e tentava fazer com que seus jogadores não entrassem em provocações, mas não obtinha êxito.

Aos 32 minutos, após cruzamento muito forte da ponta direita, o zagueiro Domingos perdeu o tempo de bola e derrubou Paulo Matos. Pênalti. Em meio à muitas reclamações, o lateral Patrício se jogava no chão insinuando uma simulação, mas nada que pudesse mudar a decisão de Djalma Beltrami foi feito. A penalidade estava marcada e estava ali a chance do Grêmio se complicar de vez na competição. Antes da batida, o Santa Cruz empatava seu jogo com a Portuguesa, depois de sair perdendo, e encostava no tricolor na classificação.
Ao contrário do esperado, o atacante Kuki, artilheiro do Náutico, não foi para a cobrança, deixando a responsabilidade para Bruno Carvalho. Na finalização, o lateral-direto do Timbu escorregou em um buraco, cavado por Marcel na marca do pênalti, e chutou fora do alcance de Galatto, mas acertou a trave direita. Alívio momentâneo para os gremistas espalhados por Recife, Porto Alegre e pelo mundo.


Do pênalti perdido até o intervalo, a equipe da casa mandou na partida e criou algumas oportunidades, parando ou no goleiro gremista, ou em chutes errados.

O segundo tempo chegou e com ele faltavam apenas 45 minutos para o Grêmio não sofrer um gol e voltar para a Série A. Tarefa fácil? Nenhum pouco.
O Náutico seguiu em cima e tentando marcar seu gol e, quando parecia não haver mais maneiras dos pernambucanos balançarem as redes, ocorreram os lances e, as consequências destes, que colocaram o confronto na história do futebol.

Cheio de atacantes em campo, o Náutico ficou com um jogador a mais quando Escalona, que já tinha amarelo, recebeu seu segundo cartão por cortar um passe com o braço.

Aos 35 minutos, depois de uma finalização da entrada da área, o árbitro carioca sinalizou toque no braço do volante Nunes e marcou outro pênalti para o Náutico. Pronto. Estava armada a confusão que deixou a partida paralisada por 20 minutos.

Indignados, os gremistas realizaram todos os tipos possíveis de reclamações com Djalma. A partir daí, começaram a ‘pipocar’ cartões vermelhos. O primero foi para Patrício, que peitou o árbitro logo após a sinalização. Pouco depois, antes mesmo da entrada do policiamento em campo para defender o juiz, Nunes foi expulso.


Quando Beltrami, com a bola na mão, pensou que tudo estava resolvido e foi posicionar a bola para a cobrança do pênalti, Domingos deu um tapa na ‘pelota’ e foi mais um a ir para a rua.

Sem ninguém mais podendo ser expulso, se não a partida acabaria ali com vitória para o rival, o Grêmio tinha apenas sete em campo, mas milhões que acreditavam na força e bravura daqueles poucos que restaram para defender a história de um clube centenário.

Depois de uma longa demora, o lateral-esquerdo Ademar ajeitou com carinho a bola e o gramado e partiu para o que poderia ser o gol do acesso do Timbu e da permanência do Grêmio na Série B, visto que o Santa Cruz venceu seu confronto em casa por 2×1 e assumiu momentaneamente a primeira colocação, esperando apenas o final do jogo dos Aflitos para comemorar o título.

Da cobrança da penalidade até o momento de glória do Grêmio foram exatos 71 segundos. Setenta e um segundos que marcaram o dia 26 de Novembro de 2005 na história do clube.

Novamente as atenções estavam voltadas para Kuki, mas o atacante não assumiu a responsabilidade. Ademar correu, bateu e o jovem Galatto, de 22 anos, fez a defesa mais enigmática de sua vida, que lhe rendeu o apelido de “Homem de Gelo”. Na sequência, escanteio cobrado para a área gaúcha, bom trabalho defensivo dos poucos que ainda estavam em campo e a bola no pé de outro garoto: Anderson, de 17 anos.


Com o campo inteiro para carregar a bola e prender o jogo, ‘Andershow’ se mandou para o ataque e foi derrubado por Batata. Falta e segundo cartão amarelo para o defensor. Aos 63′ de jogo na segunda etapa, após cobrança rápida realizada por Sandro Goiano, o camisa 17 do Grêmio invadiu a área correndo em direção ao lado direto do campo e deu um toque sutil para vencer Rodolpho e marcar o gol do acesso e do titulo.


Como descreveu o narrador da Rádio Gaúcha, Pedro Ernesto Denardin, ícone do rádio no Rio Grande do Sul, o Grêmio protagonizava ali algo inacreditável. Náutico 0x1 Grêmio. No confronto que ficou eternizado com a ‘Batalha dos Aflitos’.

O rivais usam as derrotas da equipe (a própria final da Libertadores 2007, por exemplo) para dizer que o "Imortal morreu".

Bom por hoje é isso meus amigos, curtiram essa nova coluna? Então compartilhe!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Os 10 melhores defensores da história do futebol


Fala Boleiros, beleza?
Bom, hoje vamos eleger o melhor defensou da história.

10° Franco Baresi


Baresi era um mero coadjuvante, mas estava lá: foi campeão do mundo em 1982, sem sequer entrar em campo pela Azzurra. Deixado de lado por Enzo Bearzot em 1986, que o via como um meio-campista, o craque teve sua grande chance em 1990. Era o líder de uma defesa praticamente intransponível, mas caiu em casa diante da atuação impossível de Maradona em Nápoles, eliminando a Itália nas semifinais. Por fim, Baresi lutava contra as lesões na Copa de 1994. Depois de duas partidas na primeira fase, voltou apenas para a final. Fez uma partida estupenda contra o Brasil, um dos principais responsáveis pelo 0 a 0 no placar. Pena que a tarde gigantesca do líbero foi manchada pelo pênalti perdido no início da disputa.


9° Djalma Santos

Djalma Santos é um dos únicos jogadores a ter sido eleito para a seleção de três Copas do Mundo, ao lado de Beckenbauer. Diz muito sobre a representatividade de um dos melhores laterais da história, por sua solidez e regularidade. O primeiro grande momento veio ainda em um fiasco do Brasil, jogando muito bem em 1954, apesar da eliminação brasileira para a Hungria. Quatro anos depois, ganhou uma oportunidade apenas na final. Mas sua atuação contra a Suécia foi tão convincente que acabou entrando no 11 ideal.

Tarimbado, Djalma Santos foi intocável na campanha do bicampeonato em 1962. A regularidade do defensor contou muito para a vitória do Brasil, especialmente ao enfrentar ataques potentes como o da Espanha e da Inglaterra. Sua despedida veio em 1966, quando o veterano atuou em dois dos três jogos do Brasil na eliminação precoce na fase de grupos. Foi a última participação, antes de ser substituído à altura por Carlos Alberto, outro monstro sagrado da posição.



Cafu

Cafu nunca foi eleito pela Fifa como o melhor lateral direito de uma Copa do Mundo. Méritos de Lilian Thuram em 1998 e erro da entidade em 2002. O lateral direito brasileiro se tornou sinônimo dos Mundiais ao se tornar o único a disputar três finais da competição. Assumiu a responsabilidade em 1994, era uma peça importante em 1998 e se tornou líder em 2002. Suas subidas ao lado de Roberto Carlos pelos lados do campo eram fundamentais para a Seleção no torneio da Coreia do Sul e do Japão. Por fim, levantar a taça foi apenas a merecida coroação. Em 2006, a idade pesou e não foi tão marcante, mas sua história já estava escrita.



Ruud Krol


Johan Cruyff era o motor do Carrossel Holandês. A organização defensiva, no entanto, dependia muito de Ruud Krol. Era pelo camisa 12 que começava a construção do jogo da Oranje, assim como a mudança no posicionamento que tanto atordoava os ataques adversários. Versátil, podia atuar em qualquer posição da linha de zaga, embora permanecesse majoritariamente na lateral esquerda em 1974. Foi o único intruso em uma defesa quase inteiramente alemã na seleção ideal daquele Mundial. Já em 1978, seguiu como um dos pilares holandeses na campanha na Argentina, assumindo a braçadeira e se fixando como líbero. Outra vez acabou entre os melhores da Copa.



Bobby Moore

Bobby Moore é um símbolo de liderança no futebol inglês. Uma imagem construída pelo zagueiro essencialmente nas Copas do Mundo. Começou sua trajetória em 1962, caindo nas quartas de final contra o Brasil. Já em 1966, foi um dos protagonistas da fortíssima defesa que ajudou demais os Three Lions na conquista. Como prêmio, teve a honra de levantar a Jules Rimet no Wembley lotado. E nem mesmo os problemas extracampo em 1970, quando foi acusado do rouba de uma joia dias antes do Mundial, atrapalharam suas grandes atuações – segundo colocado na Bola de Ouro.


 Fabio Cannavaro

A carreira de Cannavaro em Mundiais possui suas frustrações. Mesmo parceiro de monstros como Maldini e Nesta, frustrou-se com as eliminações para a França em 1998 e para a Coreia do Sul em 2002 – partida na qual sequer esteve em campo. Já em 2010, em fim de carreira, pouco fez para evitar a vexatória eliminação na primeira fase. Entretanto, o que Cannavaro foi capaz de jogar em 2006, poucos defensores conseguiram igualar. Era o coração da Azzurra que, mesmo perdendo Nesta, se manteve praticamente intransponível graças à liderança do capitão e de Buffon. Zidane ganhou o prêmio de melhor daquela Copa, por motivos óbvios. Mas a vitória do italiano na Bola de Ouro também foi muito compreensível, pela maneira como simbolizou a grande campanha italiana no Mundial de 2006.



Paul Breitner

Breitner era um lateral esquerdo arrojado em 1974. Um jovem que assumiu a responsabilidade como poucos e foi uma das estrelas da Alemanha ao desbancar a Holanda. Seu gol na decisão é o mais célebre, mas o ofensivo defensor também foi capaz de abrir o caminho no duro jogo contra a Iugoslávia na segunda fase. A volta de Breitner aos Mundiais aconteceu apenas em 1982. Naquela campanha, já envelhecido, não foi tão brilhante ao atuar no meio-campo, ainda que tenha marcado o gol de consolação do Nationalelf na decisão contra a Itália. Por tudo o que jogou em 1974, entretanto, cravou seu nome na história.



– Nilton Santos

Nilton Santos era apenas uma jovem promessa na Copa de 1950. Entretanto, que muitos acreditavam ter bola para ser titular. Passou a competição toda apenas no banco, um lamento para aqueles que acreditavam que o lateral poderia brecar Ghiggia na fatídica final. Em 1954, o primeiro Mundial como titular. Acabou marcado por ter sido um dos expulsos na Batalha de Berna contra a Hungria. A redenção veio em 1958 e 1962. Para ser lembrado para sempre.

A adoção do 4-2-4 apenas beneficiou Nilton Santos. Era o lateral esquerdo já moderno, com suas famosas subidas ao ataque sendo uma das válvulas de escape para o Brasil, se combinando por aquele lado com o operário Zagallo. Indiscutivelmente foi o melhor lateral daquele Mundial, com o primeiro título do Brasil. Em 1962, sua última Copa não foi tão brilhante, veteraníssimo. Sua experiência, entretanto, valeu muito, principalmente no fatídico lance contra a Espanha, quando evitou um pênalti com um passo para fora da área.



2º Roberto Carlos

O gol de Thierry Henry não foi a melhor maneira de Roberto Carlos encerrar sua participação em Copas. Afinal, foi o pior momento em uma trajetória brilhante, especialmente por seus dois primeiros Mundiais. Em 1998, era um dos pilares da seleção brasileira rumo à decisão. Já em 2002, fazia parte do grupo de gênios que levaram o Brasil ao pentacampeonato. Sua cobrança de falta contra a China é o momento mais emblemático da campanha que levou o camisa 6, pela segunda vez, a ser apontado como o melhor lateral direito de uma Copa. Naquele ano, também ficou em segundo na Bola de Ouro, atrás apenas de Ronaldo.



Franz Beckenbauer

Até parece injustiça pensar que Beckenbauer nunca conquistou o prêmio de melhor jogador da Copa do Mundo. Porque, por qualquer uma de suas três participações, o Kaiser já merecia ao menos um espaço nesta lista. Como foi capaz de impressionar em três, é um verdadeiro mito dos Mundiais. A história começou a ser escrita em 1966, quando era um dos meio-campistas do Nationalelf. Por isso mesmo, teve o seu desempenho mais ofensivo. Foi o vice-artilheiro alemão com quatro gols, incluindo um decisivo na semifinal contra a União Soviética, mas caiu para a Inglaterra na decisão.

Em 1970, já era o líbero do time. E teve uma das atuações mais lendárias da história, contra a Itália nas semifinais. Mesmo com o ombro imobilizado, seguiu em campo comandando a Alemanha, que não resistiu à Itália. Pela segunda vez, foi eleito para a seleção da Copa. A glorificação, por fim, veio em 1974. O capitão da Alemanha ajudou a carregar o time até a final, quando anulou o Carrossel Holandês. Eternizou-se ao levantar a taça, para ser ainda mais lembrado pela enorme campanha. Como técnico, ainda seria vice em 1986 e campeão em 1990.



Bom definitivamente o defensor Franz Beckenbauer é o e melhor do mundo.


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Grade de Horários

Segunda-Feira: Resumo da Rodada.
Terça-Feira: Comparações.
Quarta-Feira: Top 10.
Quinta-Feira: Momentos marcantes.
Sexta-Feira: Dicas para o Cartola F.C.
Sábado: História (De algum Clube).
Domingo: Curiosidades (Polêmicas / Esclarecimentos)

Todas as postagens serão publicadas as 18:00 horas PT/BR

Ouça a paródia: Tumbalatum (só de Golaço Acrobático) ♫

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